sábado, 14 de julho de 2012

Eu quero uma igreja: Grupo brasileiro propõe estabelecer uma “Nova Reforma Protestante”


Um grupo de brasileiros, que se identificam como “os cristocêntricos”, estão se organizando através da internet para propor, segundo eles, uma “Nova Reforma Protestante”. Para tal, o grupo de cristãos lançou o movimento “Eu quero uma igreja”, através do qual conclamam a “uma antiga, nova e verdadeira forma de ser igreja”.
- Após ver tanta sujeira, levantamos uma bandeira, um clamor, uma súplica, como Jesus em João 17 rogando ao Pai. Na função de sabão dos lavandeiros e fogo dos ourives que purifica a prata e o outro (Mal.3) – afirma o site do grupo, sobre seu propósito.
De acordo com o The Christian Post, o objetivo do movimento é apresentar debates e cultuar ao vivo com pessoas de todas as partes do mundo e denominações, para unirem em Cristo “na verdadeira unidade com um só pensamento”.
O movimento propõe também a ação de uma “Corregedoria Eclesiástica” que teria como intuito combater os erros eclesiásticos.
- Ovacionar sim, elogiar sim, os acertos dos líderes e igrejas; mas, combater categoricamente os erros e a podridão do sistema religioso, nem que nos custe a vida terrena – diz o projeto no site.
O grupo afirma ter como pontos centrais de sua pregação: a limpeza dos corações; o combate à “sujeira do sistema religioso” e a condução de pessoas a olharem a somente um único Salvador.
Toda a mobilização do grupo é realizada através da internet e, principalmente, das redes sociais. O “Eu quero uma igreja” se comunica com seu público através de páginas no Facebook, perfil no Twitter, Skype e Google Hangout. Os cultos, ou debates, são transmitidos ao vivo diariamente às 21 horas, e também são disponibilizadas gravações dessas transmissões.
Em seu site, o grupo convida católicos, evangélicos, carismáticos, padres, monges, pastores, ateus, judeus, muçulmanos, agnósticos, protestantes, pentecostais, tradicionais, neopentecostais, espíritas, maçons, rosa-cruzes, unicistas, ‘igrejados’, ‘desigrejados’, entre outros, para participarem dos debates a fim de constatar que “só o Evangelho de Cristo salva”.
Fonte: Gospel+

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